Aprimorar as ações na área de controle ambiental, especialmente de proteção da Bacia da Pampulha.

19/05/2016 08:29

*DOM 19/05/2016.

Com este objetivo, 30 pessoas, entre fiscais integrados, gerentes e técnicos da área de licenciamento da Pampulha se reuniram, no início deste mês, no auditório da Regional (Av. Antônio Carlos, 7.596, São Luís) para compartilhar informações sobre as ações de proteção às nascentes da bacia hidrográfica da Pampulha e estabelecer protocolos de ação conjunta.

O secretário regional José Geraldo Prado que ressaltou a importância do trabalho integrado e preventivo para a preservação de nascentes na Bacia da Pampulha. Para tratar o tema, foram convidados o gerente de Planejamento e Monitoramento Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Weber Coutinho, o assessor do Centro de Educação Ambiental/ Propam, Márcio Lima, o engenheiro florestal e coordenador do CEA/ Propam, Edinilson dos Santos, o geógrafo da SMMA Rodrigo Ádamo e a fiscal de meio ambiente Merian Marangon Mendes.

Na pauta do encontro, temas como a estrutura e atuação do CEA/Propam, diagnóstico da Bacia da Pampulha e as intervenções promovidas pela PBH na Lagoa da Pampulha, apresentação do projeto Catalogador de Nascentes, caracterização dos tipos de nascentes, aspectos legais no licenciamento de movimentação de terra em áreas onde existem nascentes, ações de fiscalização e controle ambiental. Os participantes fizeram perguntas e discutiram algumas situações práticas encontradas durante as ações fiscais.

“Este encontro despertou nos membros da equipe a importância do trabalho de cada um na obtenção de melhores resultados na área de controle ambiental”, explicou a gerente regional de Fiscalização Integrada na Pampulha, Raquel Guimarães. A gerente esclareceu que o encontro foi o primeiro passo para a construção de um planejamento integrado na área de controle ambiental e que será necessário o envolvimento de vários órgãos para promover a redefinição de procedimentos e a capacitação dos fiscais que atuam neste tipo de fiscalização. “Fazer controle ambiental é, além de uma obrigação dos agentes públicos, uma atitude cidadã. Ao melhorar nossos mecanismos de controle e monitoramento, influenciaremos positivamente na construção da cidade que queremos para o futuro: uma Belo Horizonte sustentável, com qualidade de vida,” disse.